Tuesday, November 28, 2006

Roaz


The 1991 built, 2169 tons GT cement carrier "ROAZ" is sailing under the Portuguese flag (Madeira registry). She is 82,5m long (LOA).

The two Portuguese masters that regularly serve in this vessel hold Pilotage Exemption Certificates since 2004 so we do not provide pilotage services to them since then.

She goes starboardside alongside always on the same berth (sector 4) to unload cement. Although being left handed (meaning that when the propeller is working astern the stern of the vessel will, under normal circumstances, swing to starboard) and with a fairly powered bow thruster it is not always easy to bring her alongside due to the ebbing tidal stream acting on the starboard quarter. I remember one occasion having a springline forward ashore and a sternline heaving on the aft winch and even with the help of main engine and bow thruster the vessel would not go alongside. The tidal stream effect is sometimes enhanced by the fresh water run off from the Lima River dams, particularly strong on the heavy rain season.

4 comments:

LUIS MIGUEL CORREIA said...

ESte ROAZ é de alguma forma o continuador de uma empresa de navegação criada em 1984 por um oficial da MM que tem teimado em ser Armador, contra ventos e marés,
refiro-me ao Cte. José António Vicente e à sua VINAVE, cujo último navio (e por sinal também o primeiro, pois foi com ele que se iniciou a empresa)FAIAL vislumbrei o ano passado fundeado ao largo de Alexandria, já depois de vendido nos Açores... É sempre uma sensação meia azeda encontrar antigos navios portugueses um pouco por esse mundo. Foram-se os aneis e nada garante que fiquem os dedos...

Luís Miguel Correia

Malheiro do Vale said...

Os dedos (todos nós) estão também a desaparecer do mar... Quantos oficiais da MM a ENIDH forma por ano? E desses, quantos ficam mais de 5 anos no mar? O know how perdido nunca mais se vai recuperar nem pode ser comprado...

LUIS MIGUEL CORREIA said...

Se calhar somos os únicos preocupados com a situação... Em caso de crise fazem-se cursos sumários de formação de tripulações, como já aconteceu no passado...

LMC

Malheiro do Vale said...

Pois...e infelizmente essa situação até poderá ser do agrado de alguns...
Este problema do ensino/formação náutica tem um alcance maior do que a falta de oficiais portugueses para embarcar. A médio prazo o que está também em causa é a base de recrutamento para profissões que necessitam desses profissionais já com vários anos de experiência (pilotos, operadores vts, quadros das administrações portuárias, inspectores, ENIDH, etc...).